O ex-diretor do Instituto Lula, Paulo Okamotto, comentou a interlocutores sobre o pedido feito pela campanha de Flávio Bolsonaro (PL) para que ele e a entidade fossem incluídos na quebra de sigilo solicitada pelo candidato do PL como condição para que o senador abrisse os seus sigilos, após desafio feito por Lula na reta final da campanha.
Okamoto afirmou que enviou as informações à campanha de Lula, mas pontuou que o pedido não fazia sentido e era uma “bravata” da campanha adversária, uma vez que o instituto já teve os sigilos quebrados à época da Lava Jato.
