O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) afirmou no domingo (25.out.2026) que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) “aplicou um golpe à la Venezuela” na eleição. Em vídeo publicado nas redes sociais, Zema atribuiu ao petista a prorrogação da votação no 2º turno. Não apresentou provas de que a medida tenha alterado o resultado.
“O Lula aplicou um golpe à la Venezuela. A mesma coisa que o seu companheiro e ditador fez lá, prorrogando o prazo da eleição”, declarou, em referência ao ex-presidente venezuelano Nicolás Maduro. Zema classificou a disputa de 2026 como “a eleição mais alarmista e mentirosa” que já viu no Brasil.
A prorrogação até as 19h foi determinada pelo ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal, a pedido da campanha de Lula. A decisão manteve abertas as seções que ainda recebiam eleitores às 17h. A campanha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), apoiado por Zema no 2º turno, também havia pedido mais tempo para votar em 19 cidades de São Paulo, Paraná e Santa Catarina.
No vídeo, Zema afirmou que sindicalistas do PT adesivaram ônibus em Salvador e atribuiu a divulgação de informações falsas ao canal de WhatsApp, coordenado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG). Não apresentou registros que sustentassem essas afirmações na gravação.
Zema disputou a Presidência no 1º turno e terminou em 6º lugar, com 326.488 votos (0,27% dos válidos). Em 5 de outubro, declarou apoio a Flávio.
“Isso não é normal, gente.
