São Paulo, Maior colégio eleitoral do Brasil, a cidade de São Paulo foi um dos locais determinantes para a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), definida após o segundo turno das eleições no domingo (25/10). A capital paulista, no entanto, também foi epicentro, assim como Salvador, na Bahia, de uma das grandes polêmicas do pleito: a extensão inédita do horário de votação até 19h, duas horas a mais do que o inicialmente previsto, em todo o país.
A decisão, assinada pelo ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), foi alvo de duras críticas por parte de apoiadores da candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), como os deputados federais Nikolas Ferreira (PL-MG) e Lucas Pavanato (PL-SP). A seguir, o Metrópoles recapitula os principais acontecimentos na cronologia da confusão:
Redução na frota de ônibus
Por volta das 13h20 do domingo, registrou-se que apenas 71,7% dos ônibus que atendem linhas municipais em São Paulo estavam em circulação. Em números absolutos, 3.898 dos 13.790 ônibus que fazem parte da frota estavam nas garagens.
Algumas linhas, inclusive, tinham mais ônibus nas garagens do que em circulação. Foi o caso da linha Vila Carrão - Praça da Sé, atendida por 17 veículos, dos quais só um estava em circulação no início da tarde.
No Rio de Janeiro, como comparação, a taxa era de 100% no mesmo horário, os ônibus em manutenção não entram na conta.
