O presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva, candidato do Partido dos Trabalhadores (PT) à reeleição, discursa durante cerimônia no Palácio do Planalto, em Brasília, Brasil, em 13 de outubro de 2026
REUTERS/Adriano Machado
A economia brasileira cresceu, o desemprego caiu para o menor nível da série histórica e a renda média do trabalho avançou durante o terceiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Mesmo com a melhora dos indicadores, Lula não teve vida fácil para derrotar Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno.
Lula foi reeleito com X% dos votos válidos, ante Y% do adversário, em uma disputa que mostrou como os avanços da economia tiveram alcance limitado na hora de conquistar o eleitorado.
A vitória, por uma margem estreita de X pontos percentuais, não elimina o paradoxo enfrentado pelo governo: os resultados positivos da atividade econômica não se traduziram em uma sensação generalizada de bem-estar financeiro.
Para economistas ouvidos pelo g1, uma das explicações está no fato de que o crescimento econômico não beneficiou todos os setores e trabalhadores da mesma forma. Além disso, a situação financeira das famílias continua pressionada pelo custo de vida, pelas dívidas e pelos juros elevados, que limitam a folga no orçamento.
Agora no g1
Indicadores positivos, alívio limitado no bolso
O desempenho da atividade econômica e do mercado de trabalho está entre os pontos favoráveis do terceiro governo Lula.
PIB cresceu, desemprego caiu, mas juros e dívidas pesaram: veja o balanço da economia de Lula 3
