A reeleição do presidente Lula (PT) em 2026 consolida a fama do Centrão, grupo de partidos de perfil mais fisiológico que controla o Congresso Nacional há anos, como um grande pé-frio quando se trata de disputas presidenciais.
Desde 2018, quando Jair Bolsonaro foi eleito presidente da República, siglas como Republicanos, União Brasil (antigo DEM), PP e até mesmo o MDB têm apostado majoritariamente nos candidatos derrotados nas eleições ao Palácio do Planalto.
Há oito anos, a maior parte das siglas, PP, PSD, DEM e Republicanos, apostou que Geraldo Alckmin, então filiado ao PSDB, seria eleito presidente da República. O MDB lançou o ex-ministro Henrique Meirelles como candidato próprio.
Em 2022, PP e Republicanos apoiaram a tentativa de reeleição de Jair Bolsonaro. O MDB lançou Simone Tebet, enquanto o União Brasil escolheu Soraya Thronicke como candidata. Nenhum desses partidos apoiou Lula formalmente.
