É inegável que o grande destaque de 2026 é GTA 6. Para muitos, esse é o jogo mais aguardado, mas Phantom Blade Zero é um dos títulos que eu mais aguardava neste ano. A espera acabou, e depois de ficar impressionado com o que vi jogando lá na China por algumas horas, chegou o momento de ver se ele é realmente tudo isso.
Phantom Blade Zero é o primeiro título AAA do estúdio chinês S-Game, que tinha maior foco em jogos mobile. O game foi feito por cerca de 150 pessoas e, se você não tem muita noção do tamanho de um estúdio, Diablo 4 foi feito por mais de 9 mil pessoas. Claro que joguei um exemplo extremo, mas jogos grandes de estúdios tradicionais tendem a ter centenas ou milhares de pessoas trabalhando neles.
Ou seja, a S-Game tem uma equipe enxuta, mas entregou um game que deixa muitos estúdios veteranos com uma pulga atrás da orelha, imaginando onde eles precisam melhorar.
Prós
Combate super refinado, ponto alto do jogo
Dezenas de armas únicas
Fator replay alto
Sem repetição de chefes
Gráficos belíssimos
Suporte as tecnologias modernas no PC
Cenários bastante variados
NPCs detalhados ajudam na imersão
Contras
História complexa
Mapas lineares e sem desafio na exploração
Muito stuttering na versão de PC
Texturas em baixa qualidade por todo lado
Consumo de memória RAM é absurdamente alto
História difícil de acompanhar
Em Phantom Blade Zero, o jogador assume o papel de Soul, um espadachim habilidoso, conhecido, temido e respeitado no mundo do game.
