Com a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Rosângela da Silva, conhecida como Janja, permanece no papel de primeira-dama por mais quatro anos.
Janja é socióloga e passou a ser conhecida nacionalmente após o relacionamento com Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se tornar público em 2019.
A primeira-dama ganhou protagonismo durante o terceiro mandato do marido, com participação em agendas oficiais, viagens internacionais e articulações.
A atuação provocou críticas de aliados e opositores, além de questionamentos sobre os limites do papel da primeira-dama, que voltaram a ganhar força durante a campanha eleitoral de 2026.
Relembre a trajetória de Janja até o casamento com Lula em 2022
A ligação de Janja com a política, no entanto, começou décadas antes de Lula voltar ao Palácio do Planalto. Filiada ao PT desde os 17 anos, ela costuma se definir como “petista de carteirinha”.
Paranaense nascida em União da Vitória, em 1966, Janja se mudou com a família para Curitiba, capital do Paraná, ainda na infância.
Na cidade, cursou Ciências Sociais na Universidade Federal do Paraná (UFPR). Na área acadêmica, a primeira-dama também tem especialização em História e MBA em Gestão Social e Sustentabilidade.
Em 2005, começou a trabalhar na Itaipu Binacional, onde atuou em programas ligados ao desenvolvimento sustentável.
Entre 2012 e 2016, trabalhou na Eletrobras como assessora de comunicação e relações institucionais. Depois, voltou à Itaipu, de onde saiu em 2020.
Com Lula reeleito, Janja segue como primeira-dama do Brasil; conheça a trajetória da socióloga
