As principais centrais sindicais do país disseram neste domingo (25.out.2026) ser “inadmissível que cidadãos aptos a votar sejam impedidos de exercer seu direito de forma deliberada, tendenciosa e nefasta”. Eis a íntegra da nota (103 kB - PDF).
“Contrariando uma ordem do STF (Supremo Tribunal Federal) que determina que o transporte público em dia de eleição deve operar com 100% de sua capacidade, algumas cidades restringiram a frota, deixando milhares de eleitores nos pontos de ônibus, sem saber se conseguiriam chegar às urnas e, em alguns casos, sem conseguir”, afirmaram as entidades.
Segundo as centrais sindicais, a situação “fere a democracia e exige providências imediatas”.
“Precisamos estar atentos e cobrar das autoridades e dos órgãos responsáveis pela fiscalização uma atuação efetiva. Mais do que identificar responsabilidades entre as administrações estaduais e municipais, é necessário esclarecer as denúncias e garantir que nenhum eleitor seja prejudicado pela falta de transporte”, escreveram as centrais sindicais.
Assinam a nota:
Sérgio Nobre, presidente da CUT;
Miguel Torres, presidente da Força Sindical;
Ricardo Patah, presidente da UGT;
Adilson Araújo, presidente da CTB;
Sonia Zerino, presidente da NCST;
Antonio Neto, presidente da CSB;
Antonio Gozze, presidente da Pública.
