As campanhas do senador Flávio Bolsonaro (PL) e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) trocaram acusações sobre crimes eleitorais, em meio à prorrogação das eleições de 2026.
O coordenador-geral da campanha do parlamentar, Rogério Marinho (PL-RN), foi às redes sociais no início da noite e escreveu esperar que “o bom senso prevaleça e que nenhum golpe judicial ou manobra administrativa prospere, para o bem da democracia”.
“É impressionante o nível de intervenção de alguns ministros do STF”, afirmou o líder do PL (Partido Liberal) no Senado.
Já Edinho Silva, o coordenador-geral da campanha de Lula, reclamou de suposta falta de ônibus para eleitores se deslocarem a seus locais de votação em determinados estados do país. A jornalistas, falou em crime eleitoral por parte de gestores.
“A lei precisa ser cumprida. Quando a legislação estabelece a garantia do direito de transporte ao eleitor, penso que tem que ser cumprida. Quem descumpre a lei está cometendo um crime. Quem descumpre a lei está interferindo no processo eleitoral”, afirmou.
Tarcísio de Freitas (Republicanos), governador de São Paulo, disse que o PT (Partido dos Trabalhadores) teria atuado junto ao ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Cristiano Zanin para “tumultuar as eleições”.
O porta-voz da campanha de Lula, Camilo Santana, afirmou que a falta de transporte para os eleitores “sem dúvidas” fere a lisura das eleições.
