No Centro de Ensino Médio Elefante Branco (CEMEB), na 908 Sul, Jennifer Bombonati conseguiu votar após a prorrogação do horário de votação. Ela estava viajando de carro e, ainda na estrada, havia solicitado a justificativa eleitoral. Ao saber da decisão que estendeu a votação, mudou os planos, foi até a escola, e conseguiu registrar o voto. “Estava chegando em Brasília e sabia que não ia dar tempo de chegar e votar. Quando eu descobri, corri para cá e consegui entrar para votar. Fiquei muito feliz”, diz.
No mesmo colégio, a advogada Priscila Paz Godoy, da Federação Brasil da Esperança, percorreu seções eleitorais para informar os mesários sobre a decisão do STF. Segundo ela, uma das presidentes de seção relatou ter recebido por WhatsApp uma orientação atribuída ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) para encerrar a votação, mas sem ofício ou documento oficial.
Priscila afirmou que também conversou com um supervisor, que relatou ter recebido a mesma orientação pelo aplicativo de mensagens. Diante da situação, a advogada disse que a equipe jurídica da federação orientou os responsáveis a registrar em ata o recebimento da mensagem e a ocorrência, mesmo após informar sobre a decisão judicial que prorrogou a votação.
A decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Cristiano Zanin, de estender o horário de votação do segundo turno das Eleições de 2026 até as 19h, provocou dúvidas em locais de votação no DF.
