A Justiça Eleitoral de São Paulo negou o pedido de prisão do secretário municipal de Mobilidade Urbana e Transporte, Celso Jorge Caldeira, e do diretor-presidente da SPTrans, Victor Hugo Borges, em meio a denúncias sobre a suposta redução da frota de ônibus em São Paulo neste domingo, 25, data do segundo turno das eleições.
A SPTrans é uma empresa estatal municipal de São Paulo responsável por gerenciar, planejar e fiscalizar o sistema de transporte público por ônibus na cidade.
De acordo com o juiz eleitoral Tiago Ducati Lino Machado, não há elementos concretos que justifiquem flagrante delito envolvendo Caldeira e Borges. O pedido de prisão foi apresentado ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-SP) pela Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PC do B e PV.
No documento, o presidente do diretório estadual do PT de São Paulo, Kiko Celeguim, diz ter recebido informações de que as empresas responsáveis pelo transporte coletivo por ônibus na capital paulista estariam operando com apenas 60% da frota disponível.
Neste sábado, 24, o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) determinou que a prefeitura da capital paulista mantivesse 100% da frota de ônibus em operação para o segundo turno da eleição.
