Ter muitos conhecidos não significa, necessariamente, construir amizades. Em “O Pequeno Príncipe”, Antoine de Saint-Exupéry aborda essa diferença durante o encontro do protagonista com a raposa, quando os dois conversam sobre o tempo necessário para conhecer alguém e criar laços. É nesse contexto que surge uma das reflexões mais conhecidas da obra: “Os homens compram coisas dos mercadores; mas, como não existem mercadores de amigos, eles não têm amigos.”
A passagem pertence à obra literária, publicada originalmente em 1943, décadas antes das adaptações que levaram a história para outras mídias. O livro acompanha um aviador que, após sofrer uma pane no avião, encontra no deserto um pequeno príncipe vindo de outro planeta. A partir desse encontro, o garoto relata sua trajetória por diferentes lugares e os personagens que conheceu pelo caminho.
Eles parecem bolos que deram errado, mas são feitos assim de propósito: por que os “bolos feios” conquistaram as redes?
Em 1957, um acidente tirou a vida de duas irmãs na Inglaterra; um ano depois, os pais tiveram gêmeas idênticas, que nasceram com as mesmas marcas e lembranças das filhas falecidas
"Branca de Neve" do Rio de Janeiro virou a humana favorita de centenas de passarinhos que a visitam todos os dias
A história ganhou diferentes adaptações, incluindo a animação “O Pequeno Príncipe (2015)”, dirigida por Mark Osborne, que acrescenta uma nova narrativa ao clássico.
