O TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo) exige que a Prefeitura da capital paulista preste explicações sobre a denúncia da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de redução na frota de ônibus neste domingo (25), no segundo turno das eleições.
Na ação, o magistrado Tiago Ducatti Machado intimou a administração municipal a explicar as ações tomadas referentes à oferta de ônibus na cidade. Ele havia determinado, no sábado (24), que a cidade disponibilizasse 100% da frota à população neste domingo (25).
A decisão se baseou na Resolução TSE 23.751/2026, que exige a oferta de transporte coletivo urbano nos dias de votação com a mesma frequência dos dias úteis.
Mais cedo, a coligação Brasil Pronto Pra Mais acusou a prefeitura de operar o transporte com apenas 60% da frota de ônibus e alegou redução no número de coletivos na zona leste, na região central e na Avenida Paulista, contrariando a determinação de 100% da frota circulando pelas ruas da cidade.
Na petição, a coligação citou ainda que ônibus da empresa Viação Cometa não estaria comercializando bilhetes de viagem do interior do estado para a capital e falta de passagens entre São Paulo e Sorocaba, Campinas, Santos e Ribeirão Preto.
Em seu site, a Viação Cometa afirma cumprir a determinação do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) de oferecer trechos gratuitos no domingo de eleição.
