Passageiros relataram filas, demora e redução na circulação de ônibus neste domingo (25), durante o segundo turno das eleições presidenciais. As denúncias levaram partidos a acionar a Justiça Eleitoral em São Paulo e na Bahia, enquanto, em Sergipe, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) determinou a recomposição da frota intermunicipal.
Em São Paulo, a Justiça determinou a circulação de 100% da frota de ônibus, após pedido de parlamentares do PSOL. Na Bahia, o presidente do TRE determinou a recomposição imediata da frota de Salvador e a prisão em flagrante do secretário municipal de Mobilidade, Pablo Souza. A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) também pediu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a prorrogação da votação até as 19h em Salvador, Feira de Santana e Lauro de Freitas.
Na capital paulista, a coligação Brasil Pronto Pra Mais, do presidente Lula (PT), acionou neste domingo a Justiça Eleitoral e acusou a Prefeitura de São Paulo de operar o transporte com 60% da frota de ônibus no segundo turno das eleições presidenciais.
A coligação afirma ter recebido denúncias de poucos ônibus circulando na capital paulista, o que dificultaria o deslocamento dos eleitores até os locais de votação. Segundo a petição, bairros da Zona Leste, como o Itaim Paulista, estariam entre os mais afetados.
