Suprindo a expectativa dos fãs, o longa documental “Tudo Pode Ser Visto” (“You Can See Everything”, no título original) estreou como a segunda maior bilheteria da semana e a maior arrecadação de estreia para um documentário não musical em 20 anos. A informação é da revista Variety.
Até o momento, nos Estados Unidos, o documentário já arrecadou US$ 19,5 milhões (cerca de R$ 96 milhões) em sua segunda semana de exibição, chegando a 2.655 salas. No total, dentro do país norte-americano, a produção já faturou US$ 45,1 milhões (aproximadamente R$ 223 milhões).
Segundo análises de especialistas da Variety, com o sucesso das primeiras sessões, “Tudo Pode Ser Visto” poderá se tornar o primeiro documentário do gênero a receber uma indicação a Melhor Filme no Oscar.
O longa-metragem inédito acompanha Elizabeth Holmes, fundadora da Theranos, empresa de tecnologia da saúde que prometia realizar centenas de exames a partir de uma única gota de sangue e se tornou protagonista de um dos maiores escândalos do Vale do Silício.
A obra começou a ser gravada cerca de 34 dias antes da mulher iniciar a pena de prisão, acompanhando os últimos dias dela em liberdade. Em 2022, Holmes foi condenada a mais de 11 anos de prisão, após várias acusações de fraudar investidores enquanto administrava a agora extinta startup.
Na vida real, em 2015, o The Wall Street Journal publicou uma reportagem que expôs o esquema fraudulento.
