São Paulo, Alvo de críticas de paulistanos e notificada pelo Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) na véspera do segundo turno da eleição presidencial sobre a determinação de colocar 100% dos ônibus municipais em operação neste domingo (25/10), a SPTrans alega que “a ampliação da frota em prazo tão reduzido impõe desafios operacionais concretos”.
Segundo a empresa, a notificação do TRE-SP foi enviada às 13h10 do sábado, com menos de 12 horas de antecedência em relação ao início da operação. Às 13h32, a SPTrans “agiu de forma diligente e proativa, comunicando todas as concessionárias responsáveis pelos 32 lotes operacionais da cidade e transmitindo a determinação judicial para adoção das providências necessárias ao seu cumprimento”, conforme nota envidada ao Metrópoles.
A companhia ressaltou, contudo, “que a ampliação da frota em prazo tão reduzido impõe desafios operacionais concretos”.
“Os operadores relataram dificuldades para readequar, de forma imediata, escalas de trabalho, jornadas e rotinas previamente organizadas. A programação dos profissionais também havia considerado o direito à folga e a organização necessária para assegurar o exercício do voto, o que torna ainda mais complexa uma alteração dessa magnitude na véspera da eleição”, diz a SPTrans.
No terminal Campo Limpo, na zona sul de São Paulo, o Metrópoles apurou que as empresas conseguiram colocar frota de sábado ou algo intermediário entre sábado e domingo.
