Uma mesária foi conduzida à Polícia Federal neste domingo (25) por suspeita de boca de urna em uma seção eleitoral do Distrito Federal. O caso resultou em um TCO (Termo Circunstanciado de Ocorrência).
O secretário de Segurança Pública do Distrito Federal, Alexandre Patury, informou que o episódio ocorreu em uma escola pública situada no Gama, região administrativa de Brasília. A mulher não foi identificada.
“O TCO funciona da seguinte maneira: [envolve] todo crime de menor potencial onde a pena máxima não é maior do que dois anos”, disse.
Segundo ele, ainda é preciso verificar qual foi a classificação do caso. “Se for menor ou igual a dois anos, ela assina um termo e é liberada. E aí vai ser processada depois, se o Ministério Público assim entender e se a Justiça Eleitoral receber a denúncia e continuar o processo”, disse Patury.
Propaganda irregular
O TRE-DF (Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal) registrou 77 denúncias de propaganda irregular desde o último sábado (24). Desse total, 44 viraram processos peticionados no PJe (Processo Judicial Eletrônico).
Desde o início do processo eleitoral, o Pardal - ferramenta da Justiça Eleitoral - contabilizou 3.200 denúncias de propaganda irregular no Distrito Federal, das quais 1321 viraram processos peticionados no PJe.
Somente no intervalo entre o 1° e o 2° turno, foram 428 denúncias de propaganda irregular na capital federal.
