MUNDO - Andrew Garfield espera que The Uprising, filme ambientado durante uma revolta popular na Inglaterra do século XIV, provoque reflexões sobre desigualdade social e relações de poder. Durante a divulgação do longa, o ator afirmou que espera que a história incentive o público a olhar para conflitos do passado e reconhecer questões que continuam presentes na sociedade.
Em entrevista ao The Hollywood Reporter, Garfield falou sobre o impacto que gostaria que a produção tivesse no público. “Espero que os bilionários estejam morrendo de medo”, declarou o ator, ao comentar a possibilidade de o filme despertar um sentimento de mobilização.
Garfield também relacionou uma das frases da produção, “Não haverá paz até que tenhamos nos curado”, às desigualdades contemporâneas. Ao comentar a fala, afirmou que os bilionários também precisariam de cura, sugerindo que eles podem estar entre os que mais necessitam dela.
Andrew Garfield compara conflitos históricos à realidade atual
A reflexão não ficou restrita à divulgação do filme. Em entrevista à revista Esquire no mês anterior, o ator comentou as condições enfrentadas pela classe trabalhadora durante o período retratado na história, incluindo impostos elevados após a peste, abusos e problemas de governo.
Garfield também traçou um paralelo entre aquele contexto histórico e a realidade atual dos Estados Unidos e de outras partes do mundo.
