O chefe da missão de Observação Eleitoral da Organização dos Estados Americanos (OEA) no Brasil, José Miguel Insulza, atestou a transparência e confiabilidade do sistema eleitoral brasileiro durante acompanhamento neste domingo (25), e pediu que os eleitores "respeitem e aceitem a vontade cidadã expressa nas urnas".
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Os observadores estiveram no país no primeiro turno, em 4 de outubro, e retornaram neste segundo turno, quando brasileiros voltam às urnas para escolher o presidente da República e governador em cinco estados e no Distrito Federal.
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Mais de 158 milhões de eleitores poderam atuar na definição de uma das disputas à Presidência da República mais acirradas da história do país.
Desse total, mais de 136 milhões são obrigados a votar e pouco mais de 22 milhões podem votar se assim desejarem.
"O Brasil conta com um sistema eleitoral robusto, respaldado por reconhecida capacidade técnica e profissional e por ampla experiência acumulada em sucessivos processos eleitorais", afirmou o ex-senador e ex-ministro das Relações Exteriores do Chile e ex-secretário-geral da OEA.
Ele destacou que, "nos locais observados, a votação transcorreu com tranquilidade e em condições adequadas de segurança".
Por isso, pediu que os eleitores respeitem o resultado que será apresentado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Chefe da missão da OEA pede que eleitores 'respeitem e aceitem vontade cidadã expressa nas urnas'
