O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, comparou a estrutura da eleição brasileira ao Super Bowl, a grande final da liga de futebol americano dos Estados Unidos. O magistrado discursou para 47 observadores estrangeiros e defendeu a confiabilidade das urnas eletrônicas na manhã deste sábado, 24, véspera do segundo turno.
O ministro reuniu diplomatas de entidades como União Europeia, Liga dos Estados Árabes e Parlamento do Mercosul. O encontro serviu para detalhar as etapas de votação e os sistemas de contagem de votos antes da abertura dos colégios eleitorais.
Dimensão do pleito e comparação esportiva
A Justiça Eleitoral mobilizou mais de 500 mil urnas para atender 158 milhões de eleitores aptos no país. O presidente do tribunal recorreu ao evento esportivo norte-americano para ilustrar o alcance da mobilização pública em milhares de municípios simultaneamente.
Nunes Marques enfatizou que o tamanho da votação nacional supera o desafio técnico do campeonato estrangeiro. A Corte buscou convencer as delegações sobre a eficiência dos equipamentos e a rigidez dos testes de integridade.
Avaliação de missões internacionais
Os relatórios técnicos de órgãos como a Organização dos Estados Americanos (OEA) e o Centro Carter validaram a regularidade do processo eleitoral no primeiro turno. Os documentos destacaram o preparo dos mesários, a segurança dos programas de computador e a transparência na divulgação dos dados.
