O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) propôs criar o Ministério da Prosperidade, voltado à qualificação profissional e ao empreendedorismo popular. A campanha não detalhou custo, estrutura nem fonte de recursos do órgão.
A ideia foi apresentada em vídeo nas redes sociais em 9 de outubro e reforçada nos debates da Band em 18 de outubro e da TV Globo, em 23 de outubro. A proposta não consta no plano de governo registrado no Tribunal Superior Eleitoral, que estima o “corte de no mínimo 10 ministérios”.
MINISTÉRIO DA PROSPERIDADE
No debate da Band, Flávio disse: “Eu vou criar o Ministério da Prosperidade, que é para ajudar você a se qualificar, a se preparar, a ter a oportunidade de abrir a própria empresa.”
Segundo a campanha, o ministério reuniria as seguintes frentes:
capacitação - cursos por celular e computador para autônomos, como manicures, cabeleireiros e revendedores de comércio eletrônico, formalizarem negócios;
plataforma de vagas - integração do sistema do governo com os setores de recursos humanos de empresas privadas para direcionar trabalhadores a empregos mais bem remunerados e próximos de casa;
tributação - impostos reduzidos, cobrados só depois que o empreendimento gerar lucro;
dívidas - compra de dívidas de pessoas físicas e empresas, com carência de 6 meses para pessoas físicas e de 1 ano para pessoas jurídicas, com boletos congelados.
