Uma nova moda tem ganhado força nas redes sociais e que abraçou leitores e não-leitores: os clubes de leitura. O algoritmo tem distribuído e impulsionado ainda mais a tendência, que tem tido o poder de aumentar a quantidade de livros lidos pelo brasileiro.
Se na pandemia os clubes de leitura ganharam um pontapé por ser uma forma fácil e simples de conexão virtual, o hábito foi ganhando ainda mais impulso nos anos pós-isolamento. Dados do TikTok de setembro de 2026 mostram um aumento de 1.800% no Brasil na hashtag #clubedolivro nos três meses anteriores, reunindo 48,9 conteúdos no tema, enquanto “book club” possui 3,4 milhões de vídeos. A Câmara Brasileira do Livro mostra que clubes do livro cresceram 35% na última década.
“Os clubes de leitura têm origem nos séculos XVII e XVIII, na França, em que aristocratas se reuniam em salões literários para debater obras e ideias”, relembra a influenciadora Daisy Gouvea, 66, criadora do “Clube de Leitura da Daisy”. “Num conceito mais moderno, os clubes buscam a socialização e conexão.”
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Daisy aponta que clubes têm o poder de estimular a leitura, dividindo as experiências e ajudando em momentos de abandono da leitura, ajudando a incentivar a conclusão do livro.
