A Chapecoense mostrou que a eficiência pode superar o controle da posse de bola. Na noite deste sábado, 24, a equipe catarinense venceu o Fluminense por 2 a 1 na Arena Condá, em partida válida pela 32ª rodada do Campeonato Brasileiro. Apostando em uma postura reativa e em uma defesa sólida, os donos da casa aproveitaram as poucas chances que tiveram para superar o time carioca, que dominou as ações, mas pecou na criatividade e na finalização.
Erro inicial e empate burocrático
A postura tática da Chapecoense ficou clara desde os primeiros minutos: linhas baixas e aposta no erro adversário. A estratégia deu resultado logo aos nove minutos do primeiro tempo. Após uma falha na saída de bola do Fluminense, Giovanni Augusto lançou Bolasie, que desviou na pequena área para abrir o placar. Atrás no marcador, o time visitante passou a trocar passes lentamente pelo meio-campo, esbarrando na forte marcação. O empate só veio aos 30 minutos, quando Hulk arrumou a bola na área e Guga completou para a rede.
Golaço e resistência até o fim
No retorno do intervalo, o Fluminense tentou pressionar e quase virou aos oito minutos, quando Ganso mandou uma sapatada e exigiu grande defesa do goleiro Anderson. No entanto, quem balançou a rede foi a equipe mandante. Aos 11 minutos, após boa troca de passes, Túlio Eduardo, que havia entrado no intervalo, serviu Giovanni Augusto. O meia acertou uma chapada de primeira, de fora da área, no canto esquerdo de Fábio.
