Muitos analistas do setor, eu incluso, acreditavam que um salto expressivo na autonomia dos iPhones seria inviável sem a migração para baterias com tecnologia de silício-carbono. Contudo, a Apple provou o contrário na linha iPhone 18 Pro. A grande responsável por essa evolução não é uma bateria fisicamente gigante, mas sim a eficiência extrema da arquitetura de 2 nanômetros do novo processador A20 Pro.
O segredo por trás do salto de autonomia está na litografia de 2 nm do chip, que exige significativamente menos energia para executar as mesmas tarefas da geração passada. Na prática, o iPhone 18 Pro menor consegue entregar quase a mesma autonomia do antigo iPhone 17 Pro Max, ficando atrás por uma diferença de apenas alguns minutos em testes comparativos.
O rendimento do modelo Pro menor impressiona tanto em testes de estresse quanto na rotina comum do usuário:
Uso pesado: alcança mais de 9 horas e 20 minutos de tela ligada, mesmo em dias intensos que incluem mais de 3 horas de jogos pesados na rede 5G;
Uso moderado: chega ao fim da noite com cerca de 40% de carga restante, dispensando recargas intermediárias ao longo do dia.
O iPhone 18 Pro Max consegue superar os rivais Android?
No iPhone 18 Pro Max, o impacto do novo processador é ainda mais evidente.
