O senador Flávio Bolsonaro (PL) foi melhor do que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no último debate antes do segundo turno das eleições.
9 contra 1
Se eu integrasse uma banca avaliadora de debates, daria notas 9 e 1, respectivamente, aos candidatos à Presidência da República Flávio Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva.
Não por ser, como dizem os governistas mais exaltados, “fascista” de pai e mãe, nem por minha amizade pessoal com Jair Bolsonaro, mas por critérios estritamente lógicos.
Flávio recebe nota 9: sete pontos pela oratória, correção gramatical, linguagem acessível, vocabulário respeitoso, fluidez, dicção, tom de voz, pertinência temática e organização cronológica, e dois pela postura paciente e pacífica. Não chegou a 10 por abusar do “eu prometo”, embora seja difícil evitar a expressão em um debate político, sobretudo no segundo turno. Começou mal, mas percebeu isso rapidamente e abandonou o estilo de preleção à moda de Tarcísio de Freitas que marcou sua fala inicial.
