No segundo bloco do debate entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o Flávio Bolsonaro (PL) nesta sexta-feira (23), foram discutidas as propostas de ambos os candidatos para as políticas públicas, dívida pública e SUS (Sistema Único de Saúde).
Lula teve a escolha do tema para a primeira pergunta sobre políticas públicas e questionou sobre o voto contrário de Flávio Bolsonaro pelo aumento do auxílio maternidade. O senador respondeu que acreditava que a medida atrapalhava o trabalho das mulheres, mas admitiu que mudou de opinião sobre o assunto.
Em contrapartida, Lula disse que Flávio “não votou quando poderia votar” e emendou questionando por que havia chamado o bolsa-família de bolsa-farelo. Ele ainda criticou Flávio, que o chamou de “nove dedos”. O senador então se desculpou e perguntou, sem responder ao questionamento de Lula, se o presidente pediria desculpa para outros aspectos como o aumento do feminicídio e de moradores em situação de rua.
Flávio, no momento de sua pergunta sobre dívida pública, questionou sobre a dívida familiar. Lula retrucou questionando sobre o porquê da independencia do Banco Central no governo de Jair Bolsonaro. Para Flávio, a independência do BC foi para não ter político no cargo e adiantou sobre sua proposta de congelamento de dívidas para pessoas físicas e jurídicas.
“Assim que passou do primeiro para o segundo turno, a taxa de juros futuro já caiu 2%, ou seja, já abriu de cara no orçamento mais de 200 bilhões de reais.
