As defesas de Meta, Google e X acionaram o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para informar que não identificaram irregularidades no canal “Exército do Lula”, criado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG), no WhatsApp, e em desdobramentos nas demais redes sociais.
A manifestação atende a uma determinação do presidente da Corte, ministro Nunes Marques, que concedeu prazo de 24 horas para que as big techs analisassem uma suposta atuação coordenada em plataformas digitais.
