O senador Flávio Bolsonaro(PL) pagou à Meta - dona de Whatsapp, Instagram e Facebook -, investiu pelo menos R$ 1,6 milhão no impulsionamento de 19 publicações contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva(PT) entre os dias 20 e 22 de outubro.
O valor é superior ao que a página havia investido em todo o segundo turno em postagens que criticam o candidato à reeleição.
Das 19 postagens, 17 foram publicadas na quarta-feira (21/10). Nesse mesmo dia, a campanha de Lula pediu a cassação da candidatura de Flávio por abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação.
Segundo os advogados de Lula, a campanha bolsonarista foi beneficiada pelo direcionamento de postagens nas redes sociais, enquanto os conteúdos do petista foram restringidos pelas plataformas da Meta. A empresa nega.
Fala do toque teve o maior investimento
O conteúdo que recebeu mais recursos da campanha de Flávio Bolsonaro para atacar Lula é uma referência a uma fala do petista sobre exame de próstata. O episódio foi considerado o mais sensível pela campanha lulista durante o primeiro turno.
