A Embark é um dos estúdios mais promissores dos últimos anos no mercado de games quando o assunto são jogos online. Após a estreia do free-to-play The Finals, a empresa alcançou um sucesso estrondoso com ARC Raiders, que se mantém ativo com atualizações constantes e um modelo de desenvolvimento focado na adição de conteúdo e no feedback dos jogadores.
Situado em Estocolmo, na Suécia, o estúdio foi fundado em 2018 por Patrick Söderlund, veterano da indústria e ex-executivo da Electronic Arts e da DICE. Com uma equipe que ultrapassa 400 funcionários, ARC Raiders é desenvolvido com esmero pela Embark.
Não à toa, o projeto passou por uma grande reformulação estrutural antes mesmo do lançamento. Contudo, as revisões não terminaram com a estreia: o game continua recebendo ajustes recorrentes de uma equipe que, segundo Caio Braga, brasileiro e diretor de produção do estúdio, é apaixonada pelo projeto.
Em entrevista ao VOXL, Braga contou um pouco sobre o fluxo de trabalho, os processos de feedback e a revisão de sistemas de ARC Raiders dentro da Embark.
Equipe da Embark joga ARC Raiders todos os dias
Todos os dias, funcionários da Embark dedicam entre uma hora e uma hora e meia para jogar ARC Raiders. As sessões de jogatina podem servir tanto para conferir a experiência de jogo quanto para experimentar mecânicas ou adições ao game, como novas armas ou inimigos.
“Nós jogamos o jogo todos os dias internamente.
