Na costa oeste do Japão, na região de Okinawa, existe uma pequena ilha que guarda um mistério milenar sob suas águas. A formação arqueológica ou monumento de Yonaguni é um dos pontos turísticos mais curiosos do país, com seus ângulos retos e sua estrutura de base piramidal que parece ter sido construída por mãos humanas.
Com idade estimada de mais de 10 mil anos, as plataformas rochosas só foram descobertas em 1987 por um mergulhador que explorava a região a 25 metros da superfície. Elas se estendem por 50 metros de comprimento e 20 de largura, com degraus de diferentes alturas, passagens secretas entre as pedras e uma entrada que parece um portal para outro mundo.
Até hoje, a formação carrega o nome de “Atlântida japonesa”, em referência à civilização mítica descrita por Platão (428 a.C. - 347 a.C.) que teria sido tomada pelas águas. Muitos a relacionam ao continente perdido de Mu, cuja lenda surgiu quando um arqueólogo francês tentou interpretar tábulas maias; a similaridade dos degraus em pirâmide só contribui para a associação.
Mas a quase 40 anos de sua descoberta, o que a ciência já concluiu sobre o monumento de Yonaguni? Existe verdade por trás das especulações? Confira a seguir:
Em entrevista ao jornal britânico The Times, o instrutor de mergulho Kihachiro Aratake relembra como se sentiu ao encontrar a gigantesca estrutura submersa.
