O terror no cinema contemporâneo tem encontrado insumo em lugares cotidianos. Na masculinidade em crise, por exemplo, que fez de Obsessão um fenômeno inesperado no início do ano. No racismo velado, em que cresce e se complica a narrativa de Pecadores, ou no luto, no qual Enterramos os Mortos e Caixa do Demônio se desenvolvem. Era o gancho que o cinema brasileiro precisava para trazer o gênero para dentro de casa, feito mais recentemente em A Professora de Francês.
'A Professora de Françês': o terror à brasileira que faz do conservadorismo um pesadelo
