A última rodada de pesquisas pré-eleitorais em Israel mostra que o bloco do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu não deve conseguir maioria nas eleições de 27 de outubro.
De toda forma, os levantamentos sugerem que o principal rival do premiê, o ex-chefe do Estado-Maior das Forças de Defesa de Israel Gadi Eisenkot, também não deve conseguir maioria e, provavelmente, precisará contar com o apoio dos partidos árabes para tirar Netanyahu do poder.
A pesquisa do Channel 13 News aponta que o bloco de Netanyahu cairia de seus atuais 64 assentos para 50 no Knesset, que possui 120 cadeiras.
O bloco de direita e religioso de Netanyahu precisa conquistar ao menos 61 assentos para uma “vitória absoluta”.
Como uma derrota de Netanyahu na eleição mudaria políticas sobre Palestina?
Rival de Netanyahu promete acabar com domínio do Hamas em Gaza em 18 meses
Como a eleição em Israel impacta a negociação pelo fim da guerra no Líbano?
Por outro lado, o bloco de Eisenkot, composto por partidos de direita, centro e esquerda, obteria 54 assentos. Embora superasse Netanyahu, ainda não seria o suficiente para conquistar maioria.
Segundo o levantamento, os dois partidos árabes conquistariam, juntos, 16 assentos.
A última pesquisa pré-eleitoral do Channel 12 também indica que o bloco de Netanyahu ficaria com 50 assentos, enquanto o bloco de Eisenkot somaria 56. Nessa sondagem, estima-se que os partidos árabes conquistem 14 assentos.
