Baterias externas de íon de lítio demandam estabilidade física e química contínua para operar com segurança e evitar falhas como o fenômeno de fuga térmica. Em vídeo no canal Canaltech, a apresentadora Amanda Abreu detalhou os princípios de funcionamento desses componentes, os critérios técnicos para seleção no mercado e os sinais que indicam o momento exato para o descarte do acessório.
A integridade do dispositivo é diretamente afetada por impactos mecânicos causados por quedas, exposição a fontes intensas de calor, como o interior de veículos fechados, ou defeitos de fabricação em produtos sem procedência, que eliminam circuitos de proteção para reduzir custos. Segundo a apresentadora, qualquer alteração estrutural compromete o funcionamento seguro das células.
"Uma bateria ela precisa ter dois pontos que sempre precisam estar em equilíbrio: ela precisa estar quimicamente estável e fisicamente estável", pontuou Amanda.
Com o rompimento dessas condições, os elementos químicos internos entram em degradação e liberam gases, provocando o inchaço visível da estrutura externa. Esse acúmulo contínuo de calor e pressão gera uma reação em cadeia que pode culminar em combustão caso o uso seja mantido.
