A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) recebeu, nesta sexta-feira (23/10), a decisão da Justiça estadual do Rio de Janeiro, que suspende a decisão favorável a jogadora Tifanny Abreu, do Osasco. Ela está proibida pela CBV de entrar em quadra porque a confederação aderiu a uma recomendação do Comitê Olímpico Internacional (COI) que impede a atuação de mulheres transexuais no esporte feminino profissional.
No entanto, após processo judicial ela havia sido liberada para jogar. Mas, essa nova decisão volta a proibir que a jogadora atue.
No texto, a entidade reitera que vai continuar cumprindo todas as decisões judiciais em relação ao processo. Além disso, ressaltou que que mantém o compromisso de respeito e dignidade com todas as atletas.
“A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) informa que obteve decisão do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro suspendendo, nesta sexta-feira (23), a decisão de primeira instância proferida em favor da atleta Tifanny Abreu.
O fundamento da decisão é o artigo 217 da Constituição Federal, que estabelece que o Poder Judiciário só deve analisar ações sobre disciplina e competições esportivas depois de esgotadas as instâncias da Justiça Desportiva.
