Edson Arantes do Nascimento. Há exatos 86 anos, nasceu em Três Corações (MG), aquele que se tornaria o maior jogador de futebol de todos os tempos. O Rei Pelé nos deixou em 29 de dezembro de 2022, mas seu legado, amplamente documentado por PLACAR, será eterno. Em março deste ano, o camisa 10 do Santos e da seleção brasileira foi eleito o número 1 na eleição dos 100 Maiores de Todos os Tempos.
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A disputa foi intensa, mais equilibrada do que nunca, mas, quase 70 anos depois de Pelé estrear profissionalmente pelo Santos, ninguém foi capaz de superá-lo até hoje. Nem mesmo o genial Lionel Messi, que após o sonhado título mundial argentino em 2022 ultrapassou o compatriota Diego Armando Maradona - ao menos na pesquisa atualizada de PLACAR. Se ignorar o debate é contraproducente, argumentos não faltam em favor de Pelé. O Rei foi arco e flecha, fez gols de todas as formas, arrastou multidões de fãs pelo mundo numa era pré-redes sociais, inventou lances em gramados precários, foi precursor até no marketing e um atleta exemplar.
Ganhou não uma, mas três Copas do Mundo, a primeira ainda adolescente, chapelando rivais como se estivesse no pátio de um colégio em Bauru. Um currículo insuperável, ao menos até o momento.
