Em um set de Szilveszter Makó, quase tudo o que aparece diante da câmera passou antes pelas mãos do próprio fotógrafo, dos fundos pintados com pincel às caixas de papelão recortadas, dobradas e coladas até virarem casas, molduras ou pedestais para quem está posando. A luz costuma ser a do dia, e a manipulação digital fica fora do processo.
O fotógrafo húngaro que transforma moda em teatro
