O senador Flávio Bolsonaro (PL) enviou, no início desta sexta-feira (13/10), à Corte Eleitoral, as autorizações que permitem a divulgação dos dados das quebras de seus sigilos bancário e telefônico. A medida ocorre após a campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) entregar ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) enviar, nessa quinta-feira (22/10), os documentos contendo os sigilos bancários e telemáticos do petista, conforme desafio proposto ao senador.
Na entrega dos documentos, o senador também desafiou o petista a divulgar seus gastos com o cartão corporativo. “Para, então, sair desse movimento circular e sem qualquer proveito, é preciso começar de algum lugar. Que se comece, então, pelo que é público. Por aquilo que é público por natureza, que jamais deveria estar escondido do olhar público e que não passa pela garantia fundamental do sigilo individual”, diz a petição.
“Os gastos do cartão corporativo da Presidência da República são pagos com dinheiro do contribuinte, e auditoria do Tribunal de Contas da União apontou que 99,55% deles foram classificados como sigilosos ou reservados entre janeiro de 2023 e abril de 2025”, completa.
Na petição, o senador também afirma que visitas ao gabinete presidencial também são “públicos por natureza” e solicita que Lula abra o sigilo.
“Os registros de visitas ao gabinete presidencial também são públicos por natureza. Nesses casos, sequer há a garantia fundamental de sigilo.
