O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, e seu principal oponente, Gadi Eisenkot, se opõem à criação de um Estado palestino independente. Isso significa que é improvável que as eleições da próxima semana tragam uma mudança drástica nas políticas que, há décadas, têm dificultado o processo de paz.
Três anos após os ataques de 7 de outubro, liderados pelo Hamas, ambos mantêm uma postura linha-dura em relação a Gaza, afirmando que retomariam a guerra na região caso o grupo militante, cuja carta fundacional prega a destruição de Israel, não se desarme.
No entanto, eles divergem quanto aos assentamentos na Cisjordânia ocupada e, provavelmente, dependerão de diferentes parceiros de coalizão para formar um governo, o que poderia levar o país a seguir caminhos bastante distintos.
Quais são os principais candidatos que disputam a eleição de Israel?
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Confira, a seguir, as posições dos candidatos sobre o conflito com os palestinos:
Assentamentos na Cisjordânia
Centenas de milhares de israelenses vivem na Cisjordânia, em territórios capturados por Israel na guerra de 1967. A prática é considerada ilegal pela quase totalidade dos países, com base no direito internacional, embora Israel conteste esse entendimento.
