A Meta, administradora do Instagram, Facebook e WhatsApp, vem ocupando papel central na discussão política das eleições deste ano. Desde o início do período eleitoral, a empresa vem sendo repetidamente acusada de tentar interferir no pleito, supostamente influenciando métricas dos candidatos de um lado e bloqueando conteúdos de outros. A big btech voltou ao centro do debate na última semana, quando surgiram novas denúncias de interferência, cobranças da Justiça eleitoral e a admissão da própria empresa de que há “falhas recorrentes” no controle do conteúdo.
Os episódios dos últimos dias envolveram o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), o cantor MC Cabelinho, o MPF (Ministério Público Federal), o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e até mesmo congressistas democratas dos Estados Unidos, além dos candidatos à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Na última terça (20), o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) relatou ter tido dificuldade para compartilhar um vídeo no Instagram. Segundo ele, seus seguidores tiveram problemas para compartilhar a publicação nos stories e, depois, o post ficou sem som.
O vídeo, em apoio à eleição do senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL), traz depoimentos de moradores da região Nordeste e tinha uma música do cantor Rubel com Xande de Pilares ao fundo.
