Fim da escala 6x1: como empresas antecipam mudanças na jornada de trabalho na região de Campinas
Reprodução/EPTV
O debate sobre emprego e modelos de trabalho ganhou espaço nos programas de governo, nas declarações públicas e nas propostas dos candidatos à Presidência da República.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, defende a preservação e o fortalecimento da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), marco das relações trabalhistas brasileiras desde 1943.
Já Flávio Bolsonaro (PL) considera que a CLT não acompanha parte das transformações ocorridas no mundo do trabalho nas últimas décadas e defende uma revisão das regras, com medidas como a adoção de contratos por hora e maior peso para as negociações entre empresas e trabalhadores.
💬 Veja abaixo o que se discute sobre a vida dos trabalhadores. Ao fim da reportagem, confira os posicionamentos de cada candidato sobre o tema.
Agora no g1
A CLT precisa mudar?
A CLT nasceu em 1943, durante o governo de Getúlio Vargas, em um momento em que o Brasil avançava na industrialização e buscava estruturar suas relações de trabalho.
Ao longo das décadas, a legislação incorporou uma série de garantias, como férias remuneradas, 13º salário, FGTS, licença-maternidade e regras sobre a jornada de trabalho. A carteira assinada passou a representar, para sucessivas gerações, a porta de entrada para esses direitos.
Mas o mercado de trabalho mudou.
Negociar com patrão, mudar jornadas e regular apps: o que Lula e Flávio propõem aos trabalhadores
