Novos recorte da pesquisa Quaest divulgado nesta quinta-feira (22) mostra que, entre os candidatos à Presidência, 51% dos entrevistados acreditam que o senador Flávio Bolsonaro (PL) tem maior chance de conseguir reduzir os impostos, caso vença o segundo turno das eleições. Ao mesmo tempo, para 57% dos eleitores o presidente e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), é o nome mais provável para dar continuidade aos programas sociais, como o Bolsa Família.
No âmbito econômico, a parcela que acredita que Lula tem mais chance de reduzir impostos representa 38% dos entrevistados. Os que disseram não acreditar em nenhum deles são 4%. Os que falaram “os dois” representam apenas 1%, e os que não souberam ou não responderam, 6%.
Por outro lado, Lula alcança 57% de confiança no quesito de manutenção dos benefícios sociais. O candidato do PL (Partido Liberal) foi citado por 35% como o principal mantenedor desta agenda governamental. A fatia que disse não acreditar em nenhum deles é de 4%. Os que falaram “os dois” representam 2%, mesma quantidade dos que não souberam ou não responderam.
Há empate técnico em outros dois cenários avaliados pela pesquisa, considerando a margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
No potencial para reduzir o preço dos alimentos, Flávio Bolsonaro atinge 45% e Lula marca 44%.
Quanto à capacidade de resolver o endividamento das famílias, o petista soma 46% da preferência, contra 43% do adversário.
