O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, deu 24 horas para Meta, Google e X prestarem esclarecimentos sobre suspeitas de ações coordenadas nas redes sociais a partir do canal “Exército do Lula”, administrado pelo deputado federal André Janones (Avante-MG), aliado do presidente Lula (PT).
A determinação foi assinada nesta quinta-feira (22/10), após um pedido da campanha do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL).
Segundo a campanha, o canal estaria orientando apoiadores a divulgar hashtags em horários determinados, reproduzir mensagens prontas e realizar buscas coordenadas no Google.
Em um dos exemplos citados pelos advogados de Flávio, Janones teria orientado integrantes do canal, atualmente com 8 milhões de seguidores, a pesquisar no Google a frase: “Bolsonaro mandou matar Lula”.
A campanha de Flávio também questionou uma resposta anterior da Meta, que afirmou não ter identificado sinais de comportamento coordenado no WhatsApp. Segundo os advogados, a empresa não explicou quais critérios utilizou para chegar a essa conclusão.
