Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) concordaram em abrir seus sigilos nesta quinta-feira (22). Integrantes da equipe de Lula e Flávio chegaram ao TSE por volta das 11h. No documento, dirigido ao ministro André Mendonça, ambos autorizam a quebra imediata, total e simultânea dos seus sigilos bancário, fiscal e telefônico.
Na campanha do petista compareceram o presidente nacional do partido, Edinho Silva; o senador Camilo Santana (PT-CE); o ministro Guilherme Boulos (Secretaria-Geral); o ministro Paulo Pereira (Empreendedorismo); e a deputada reeleita Camila Jara (PT-MS).
Do lado da campanha de Flávio Bolsonaro estiveram a advogada Maria Claudia Bucchianeri e o senador eleito Deltan Dallagnol (Novo).
Após a reunião das duas campanhas com integrantes do TSE, aliados de Lula informaram que uma petição foi assinada pelo próprio presidente e por Flávio, por meio de procuração, para a “abertura total e simultânea” dos respectivos sigilos com a divulgação e site de acesso público.
De um lado, no entanto, Deltan Dallagnol criticou que o material de sigilo de Lula ainda não está disponível para a análise. Por outro lado, aliados do petista reclamaram da demora de Flávio para aceitar o “desafio” de abertura do sigilo.
A decisão partiu da aceitação de um desafio recíproco entre os dois políticos em um debate promovido pela Band/ Jovem Pan News. No caso de Lula, a quebra de sigilo também envolve familiares, o Instituto Lula e a empresa L.I.L.S. Palestras.
