Belo Horizonte - A perícia do Instituto Médico Legal (IML) deverá esclarecer se Beatriz Vitória Aparecida Neves Mota, de 27 anos, estava grávida quando foi assassinada em Jaboticatubas, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. A possibilidade foi levantada por familiares da jovem, cujo corpo foi encontrado enterrado em uma área rural do município na quarta-feira (21/10).
Em entrevista, o delegado responsável pelo caso, Alexandre Fonseca, afirmou que os exames complementares poderão confirmar ou descartar a gravidez. A perícia também deve ajudar a esclarecer as circunstâncias da morte, incluindo a possibilidade de uso de substâncias químicas, como soda cáustica.
“Com relação à gravidez, o IML tem condições de também dar essa resposta. Nós estamos aguardando”, afirmou o delegado.
O irmão da vítima, Maxwell Mota, contou logo após entrevista coletiva da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) na manhã desta quinta-feira (22/10), que a suspeita surgiu a partir de informações compartilhadas pela irmã mais nova de Beatriz. Segundo ele, a mãe e a irmã mais velha também desconfiavam de uma possível gestação, mas a família não tem confirmação.
“Não dá para afirmar se ela estava grávida. A mãe também suspeitava, e a irmã mais velha também suspeitava, mas a gente não tem como confirmar. Tem que aguardar o Instituto Médico Legal mesmo”, disse Maxwell.
