A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) publicou uma nota, nesta quarta-feira (21), para reforçar a proibição de suplementos alimentares de ashwagandha, erva asiática que promete relaxamento e alívio dos sintomas da perimenopausa.
A agência citou, como parte do alerta, o caso da britânica Lois Kinder, de 44 anos, que teria tomado o suplemento antes de ser diagnosticada com falência hepática.
A erva têm sido indicada nas redes sociais e é vendida, principalmente, no TikTok, por valores entre R$20 e R$30. Na nota, a Anvisa inclusive se refere ao produto como o “suplemento do TikTok”.
De acordo com a Anvisa, esse tipo de suplemento não tem registro no Brasil e sua fabricação, comercialização, distribuição e uso são proibidos.
Os suplementos alimentares são uma alternativa para complementar a alimentação e podem ser úteis para pessoas que precisam melhorar o consumo de algum nutriente ou praticar atividades físicas intensas.
A agência ressalta, no entanto, que é terminantemente proibido relacionar esses produtos a alegações de cura, tratamento e prevenção de doenças. A decisão sobre a necessidade de um suplemento cabe apenas a profissionais de saúde qualificados, incluindo o tipo, a quantidade, quando e como tomar.
