O Brasil tem uma relação quase patológica com a própria ruína. Mensalão, Petrolão, Petrobras, denúncias envolvendo Lulinha e fraudes no INSS. Houve condenações, prisões e posteriores solturas.
Os escândalos se sucedem, os personagens retornam e o contribuinte permanece condenado a pagar a conta.
O mais espantoso é que o PT ainda se apresenta como arquiteto da reconstrução nacional.
Reconstruir o quê, exatamente? Depois de tantas oportunidades de governar, por que mais quatro anos seriam a solução?
Há uma ironia cruel em entregar as chaves do corpo de bombeiros a quem ainda deve explicações sobre os incêndios do passado. Mas a indignação só tem sentido quando abre espaço para a esperança.
É nessa esperança que encontro razões para apoiar Flávio Bolsonaro. Ele não é perfeito, ninguém é. Mas a perspectiva de um governo com ministros experientes, quem sabe incluindo Ronaldo Caiado, me anima.
Não espero milagres, mas competência, seriedade e um Brasil que volte a confiar em si mesmo. Meu voto é Flávio Bolsonaro, 22. Porque acredito que nossos melhores dias ainda estão por vir.
