As campanhas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do senador e candidato do PL, Flávio Bolsonaro (RJ), foram ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta quinta-feira (22/1o) para tratar sobre as quebras de sigilo, em mais um desdobramento da disputa travada sobre o tema.
A campanha do petista foi ao TSE formalizar a autorização para a lista de exigências feitas pelo senador em torno da abertura dos sigilos bancários, fiscal e telefônicos dos dois candidatos. Já a campanha de Flávio foi ao tribunal para afirmar que vai analisar tudo que foi apresentado antes de apontar qual será a resposta.
Do lado do PT, estiveram no TSE o coordenador de campanha e líder do PT no Senado, Camilo Santana (PT-CE), os ministros da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, e do Empreendedorismo, Paulo Pereira, o presidente do PT, Edinho Silva, e a deputada federal Camila Jara (PT-MS).
Do lado do PL, o ex-procurador da Lava Jato e senador eleito eleito pelo Paraná, Deltan Dallagnol (PL), foi escalado pela campanha para cuidar do tema na Corte. Ele esteve no tribunal na manhã desta quinta acompanhado da jurista Maria Claudia Bucchianeri.
O que pediu a campanha de Flávio
No documento protocolado na Justiça Eleitoral, Flávio condicionou a entrega de seus dados ao cumprimento de contrapartidas que devassam tanto as gestões passadas do petista quanto o atual mandato presidencial.
