A Saudi Aramco, estatal petrolífera da Arábia Saudita, orientou seus funcionários a se retirarem da sede da empresa em Dhahran e a trabalharem remotamente, informaram seis pessoas a par do assunto nesta quinta-feira (22), um dia após duas pessoas morrerem em um ataque a um aeroporto nas proximidades.
Essa medida marca a primeira vez que a Aramco solicita a retirada de sua sede desde o início do conflito envolvendo o Irã.
A Aramco não respondeu prontamente a um pedido de comentário.
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O grupo Houthi, do Iêmen, alinhado ao Irã, causou danos extensos à sede da empresa no início deste mês ao atingir o edifício, provocando um incêndio que se espalhou por vários andares, relataram à agência de notícias Reuters três pessoas com conhecimento direto da situação.
O local abriga um centro de operações que auxilia a maior empresa de petróleo do mundo a supervisionar plataformas de petróleo (em terra e no mar), refinarias, terminais de exportação e milhares de quilômetros de oleodutos e gasodutos.
Não ficou claro qual foi o motivo específico da retirada.
