Os cenários para o dia seguinte à eleição, que acontece no domingo (25), já começaram a ser discutidos nos bastidores de Brasília.
Como o blog revelou, uma das possibilidades colocadas na mesa, em caso de derrota do presidente Lula (PT), é a indicação do ex-senador Rodrigo Pacheco, hoje no TCU, para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF).
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Mas há outra hipótese que passou a circular nas conversas políticas: uma eventual ida do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), para o Tribunal de Contas da União (TCU).
A avaliação de interlocutores envolvidos nessas discussões é que Alcolumbre enfrentaria um cenário mais difícil para permanecer no comando do Senado, especialmente em caso de vitória de Flávio Bolsonaro.
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Embora tenha interesse em continuar à frente da Casa, Alcolumbre teria de lidar com a força de nomes como Rogério Marinho (PL-RN), atual coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro (PL), e Tereza Cristina (PP-MS), que circulam nas articulações para o comando do Senado em um eventual governo do candidato do PL.
Mesmo se Lula for reeleito, o cenário não é simples. A composição do Senado, com forte presença de parlamentares de direita, pode dificultar a permanência de Alcolumbre na presidência.
Há ainda um componente político e institucional importante nessa equação.
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