A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) escalou Deltan Dallagnol (Novo-PR), eleito senador, para analisar a documentação da quebra de sigilo fiscal e bancário entregue pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Segundo a equipe de Flávio, Deltan foi escolhido por ter atuado na Operação Lava-Jato.
Lula se comprometeu a abrir seus dados, além dos de sua mulher, Janja da Silva, do seu filho Fábio Luís, o Lulinha, e de seu ex-chefe de gabinete Marco Aurélio Ribeiro, o Marcola.
“Deltan tem conhecimento sobre os métodos e engrenagens financeiras investigados na Operação Lava Jato, incluindo as teias que envolveram figuras centrais do PT e negócios ligados a Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha”, justifica o PL.
A campanha afirma que ele vai verificar “cada extrato e relatório para desconstruir a narrativa petista e rastrear inconsistências”. Segundo a equipe, o ex-procurador vai analisar “com rigor” os dados do chefe do Planalto.
“Se Lula afirma não ter nada a esconder, a documentação precisa ser examinada com rigor, independência e sem concessões. O que importa não é o discurso, mas o que os documentos efetivamente demonstram”, diz.
